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BLOG DE IRLANDIO E REBECAEM PROL DA OBRA DE DEUS |
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October 04 PENIEL LUGAR DE MUDANÇAPARA CHEGAR A SER UMA BENÇÃO
1° TEM QUE SAIR DA TERRA DO COMODISMO ESPIRITUAL; 2° TEM QUE PASSAR POR BETEL E VER QUE APESAR DAS NOSSAS FALHAS DEUS É FIEL PARA CONOSCO (SE COLOCAR AOS PES DO SENHOR) 3° TEM QUE DAR UMA PARADINHA EM MAANAIN E VER QUE O SENHOR É A NOSSA PROTEÇÃO E ESTA DO NOSSO LADO (CONFIAR EM DEUS) 4° POR FIM CHEGAR ATÉ PENIEL E TER UM ENCONTRO RESERVADO COM DEUS, SEGURAR O ANJO E NÃO SOLTAR ATÉ SER ABENÇOADO (ASSUMIR UMA ALIANÇA DE INTIMIDADE COM DEUS)
E QUANDO VOCÊ CHEGAR EM PENIEL TRÊS COISAS VÃO TE ACONTECER.
1 VOCÊ VAI RECEBER DE DEUS UM NOVO NOME; 2 VOCÊ VAI ANDAR DIFERENTE; 3 VOCÊ SE TORNARÁ UMA BENÇÃO.
“E O MEU DEUS SEGUNDO AS SUAS RIQUEZAS SUPRIRÁ TODAS AS TUAS NECESSIDADES EM CRISTO JESUS”
September 21 APROVADO POR DEUSAprovado por Deus
O caráter do homem é transformado na dinâmica do relacionamento com Deus Quando Deus chamou Abrão, posteriormente chamado Abraão, sabia que se tratava de um oriental mesopotâmico - região de cultura oriunda do paganismo - de família idólatra, consequentemente com formação social e religiosa alheias aos seus princípios e propósitos. Mesmo assim, estabeleceu a partir dele um plano, no qual incluiu uma aliança, assumindo o risco de vê-lo falhar, como ocorreu anteriormente com Adão. Algumas atitudes do patriarca - tais como trazer o seu sobrinho Ló, desconsiderando que sua chamada implicava não apenas sair da sua terra, mas "da sua parentela"; convencer Sara que mentisse, quando "desceu ao Egito", dizendo que era sua irmã; aceitar o recurso de Hagar com quem teve um filho, Ismael, certamente não acreditando que a promessa do seu descendente seria um filho nascido da sua legítima esposa, que era estéril e não de uma concubina - faz-nos entender que a origem social e a formação pessoal, associadas à incredulidade, produz alguma coisa no caráter do indivíduo, pois é evidente q ue Abraão não era de todo obediente, até que o Todo-poderoso lhe disse: "anda na minha presença, e sê perfeito". Ao exortar Abraão com tal ênfase, o Altíssimo não estava exigindo que ele fosse perfeito por seus próprios méritos, mas que cresse, definitivamente, nas promessas dantes enunciadas e o obedecesse de todo coração (confira os Salmos 37.3-6 e 119.9-10), significando que se comportasse como um homem chamado e separado para um fim, correspondendo com a vontade divina. Ele deveria agir com maturidade. Deveria estar calçado na retidão, na integridade, na fidelidade, para que pudesse refletir um caráter transformado, que é bem ao contrário daquele que se conformava com a natureza pecaminosa. Acerca disso, tempos depois escreveu o apóstolo Paulo: "se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram, eis que tudo se fez novo". AO LONGO DA HISTÓRIA Nas biografias dos personagens bíblicos, particularmente daqueles que foram distinguidos pelo Senhor, consta que todos cometeram erros, se arrependeram e foram perdoados. Isso não significa que suas falhas sirvam de exemplos a serem imitados ou que assim procederam por viverem em costumazes depravações, pois, é notório que eles fizeram o melhor de si para agradar a Deus. Por isso testificaram de sua grandeza, vivendo em santidade. "Todos estes morreram na fé. Não alcançaram as promessas. Viram-nas de longe, e as saudaram. E confessaram que eram estrangeiros e peregrinos na terra", Hebreus 11.13. Esse texto nos faz entender que foram desafiados por Deus e submetidos à aprovação, para cumprirem missões sublimes e específicas que somente são confiadas a poucos escolhidos, "pois Deus é o que opera em vós tanto o querer como o efetuar, segundo a sua boa vontade", Filipenses 2.13. CARÁTER, UM CONCEITO O conjunto de qualidades éticas que resultam na formação moral de um indivíduo significa caráter, que dá consistência à ação, fruto do meio ambiente, ou seja, o condicionamento comportamental de vida proposto num habitat, assimilado ou rejeitado por alguém. Nas Bíblias editadas em português, a única vez que esta palavra é mencionada, na íntegra, trata de uma referência que o apóstolo Paulo fez a respeito de Timóteo, escrevendo aos filipenses: "conheceis o seu caráter provado", Filipenses 2.22. Que em outras versões está traduzida como "experiência" e há duas outras citações oriundas do mesmo original traduzidas como "prova", que foram escritas pelo mesmo apóstolo, inseridas nos textos de 2Coríntios 2.9 e 13.3, a saber: "para por esta prova saber se sois obedientes em tudo", referindo-se ao comportamento dos crentes que formavam a igreja e "visto que buscais uma prova de que Cristo fala em mim", aludindo a si mesmo. Desde a queda no Éden, a natureza carnal, oriunda do pecado, produziu na humanidade um tipo de moralidade completamente diferente do conceito divino, cuja natureza é essencialmente santa. Como prova disso, as escrituras afirmam que "Viu o Senhor que a maldade do homem se multiplicara sobre a terra, e que toda a imaginação dos pensamentos do seu coração era má, continuamente. Então se arrependeu o Senhor de haver feito o homem sobre a terra e isso lhe pesou no coração", Gênesis 6.5-6. ACERTANDO O ALVO As características morais focadas na santidade de Deus desenham um caráter distinto naqueles que tornaram "participantes da natureza divina, havendo escapado da corrupção, que pela concupiscência há no mundo", 2Pedro 1.4. Esse fato constitui-se num grande desafio do criador aos seus filhos. Ele "nos ensina a abandonar a impiedade e as paixões mundanas, para que vivamos neste presente século sóbria, justa e piamente", Tito 2.12, e a sua vontade é que todo o que nele crê, se adeque, para tanto, providenciou através de Cristo as graciosas condições para que tantos quanto o aceitem sejam salvos, transformados em nova criatura, como está escrito: "as coisas velhas já passaram, eis que tudo se fez novo", 2Coríntios 5.17, destarte, alguém fadado à obedecer tudo que está estabelecido como regra de fé na santa e inspirada palavra. JESUS CONFIRMA O PADRÃO No sermão da montanha Jesus ratificou, com outros termos, as palavras dirigidas a Abraão, dizendo: "Sede vós perfeitos, como perfeito é o vosso Pai que está nos céus", Mateus 5.18, cujo original telios sugere um ente completo na ética e comportamento durante o tempo de sua existência, num crescente moral refletido na qualidade do seu caráter, que é denunciado pela conduta pessoal. O Mestre deixou entender, na ocasião, ser inadmissível que alguém se submeta a Deus e não queira abdicar das condições carnais impostas pela própria natureza, afirmando que "ninguém pode servir a dois senhores". O caráter é distinto da personalidade, embora a influencie, e cada ser humano é um indivíduo dotado de livre arbítrio com remanescentes genéticos e culturais próprios e consangüíneos. À proporção que se define socialmente, decide de acordo com seu interesse, qual padrão moral e relação espiritual lhe convém, e essa escolha patrocina a qualidade de vida pretendida. Num esforço ilustrativo a respeito do caráter, a natureza comprova que o salitre torna salgado o sabor das águas e de todos os seres existentes num oceano, assim como a física atesta que a cor de uma lâmpada acesa distingue a tonalidade do ambiente por ela iluminado, fazendo-nos lembrar que Jesus declarou que somos o sal da terra e a luz do mundo, portanto, como "imitadores de Cristo", na expressão do apóstolo Paulo, o homem aprovado por Deus, tem o dever de fazer a diferença "no meio de uma geração corrompida e perversa", entre a qual "resplandece como astro no mundo", e isto consiste como um desafio. Ao submeter o homem à prova, o Criador sabe que é possível ao homem suplantar as evidentes imposições da sua natureza humana, conforme inspirou o Paulo a escrever: "não vos deixará tentar acima do que podeis resistir, antes com a tentação dará também o escape, para que possais suportar", 1Coríntios 10.13. A maturidade é um processo difícil e incluído na formação do caráter de um cristão que constantemente deve fazer uma introspecção, predispondo-se a uma autocrítica, como se diante de um espelho perguntasse: "Quem sou eu, o que tenho feito e de que maneira me comporto, o que penso e em que ocupo minha mente, quais são meus reais interesses e com que intenção me relaciono com coisas e pessoas? Estarei eu agradando e sendo correspondido por Deus nas minhas atitudes? Agindo desta forma, com humildade, pronto para renunciar as opiniões, os conceitos e os propósitos que sejam contrários ao desejado pelo Criador, assumindo os eventuais erros e deles se arrependendo, para ser perdoado por Deus e por quem ofendeu; sem dúvidas tal pessoa será mais útil e melhor conduzido pelo Espírito Santo. A FÉ E A OBEDIÊNCIA Esses elementos são inseparáveis entre si, e se manifestam na firmeza de caráter e de uma postura íntegra de quem é aprovado por Deus, cujo testemunho é resistente às dificuldades cotidianas que provocam desde desânimos até às ansiedades oriundas das circunstâncias contrárias causadoras de perturbação, às provocações que envolvem sentimentos pessoais, às necessidades materiais, afetivas e outras similares que angustiam, aos ímpetos motivados pelas paixões e concupiscências intrínsecos nas tentações carnais, às setas malignas do Diabo que não desiste em atingir os santos. Infelizmente os crentes não estão isentos de se envolverem com estas situações que, de alguma forma, se constituem como obstáculos reais a serem enfrentados e transpostos, com convicção, prudência e vigilância, pois podem dificultar ou até desviar o salvo na sua jornada. O homem de Deus pode vencer todas estas circunstâncias contrárias, porque tem à sua disposição a Palavra de Deus e o Espírito Santo, que são fontes geradoras do binômio, fé e obediência, sem o que ninguém, por mais que se ache capaz, permanecerá firme. A Bíblia menciona que "sem fé é impossível agradar a Deus" e que essa fé "vem pelo ouvir e o ouvir pela palavra de Deus". Esta Palavra é imprescindível, precisa ser lida, estudada, obedecida e, quando alguém, de fato, por ela se interessa, alcança melhor nível espiritual e maior esclarecimento. A aplicação à Palavra de Deus resulta no aprimoramento do estilo de vida, identificada com a santidade e pureza, eliminado interesses que possam macular, pois somente ela, a semente incorruptível, poderosa, santa e perfeita, plantada e regada no coração, faz brotar e frutificar uma nova criatura que é identificada com o caráter do próprio Deus. Com efeito, o Espírito Santo habita no coração do salvo e é o agente divino que o guia em toda a verdade, assim sendo, na mesma razão que a Palavra gera a fé o Espírito interage com o homem que, desta maneira, poderá alcançar a "estatura da plenitude de Cristo". É gratificante ser contado entre os que renunciam a si mesmo, consagrando suas vidas, colocando-as à disposição do Senhor. Entretanto, esses necessitam vigiar, visto que a carne, alienada ao pecado desde a madre, por natureza se impõe, travando uma constante luta, pois o homem, um ser mortal, é falho mesmo depois de convertido, razão pela qual em muitas passagens bíblicas constam advertências exortando-o para não ceder, até porque ninguém é imunizado contra as tentações, por mais consagrado que seja. Por, Kemuel Sotero Pinheiro, Pastor na Assembléia de Deus do Aribiri (ES).
CANTORAS
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